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Forrocha 2017

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Grota do Bixiga – mapeamento 1930 – Sara

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Jam Rocha – 28 agosto 2016

Manifesto pela Cinemateca Brasileira

Manifesto pela Cinemateca Brasileira - 2016

A Cinemateca Brasileira acaba de sofrer mais uma intervenção. Sua coordenadora-geral Olga Futemma e equipe técnica foram exoneradas, sem sequer terem recebido a comunicação prévia de praxe. O Governo Federal alega que a medida visa promover “o desaparelhamento do Ministério da Cultura” e “valorizar o servidor de carreira”. Olga Futemma é funcionária de carreira, tendo se dedicado à Cinemateca desde 1984, onde se aposentou em 2013. Retornou à Cinemateca como coordenadora há exatamente um ano. Não é filiada a partido político, nem milita politicamente. O seu sucessor, já anunciado, não é servidor público, nem atua no campo da cultura audiovisual. Pela primeira vez, a indicação de um coordenador-geral não partiu do Conselho Curador, violando prática adotada nos últimos 30 anos pelos sucessivos governos.

A maneira abrupta e arbitrária com que as demissões foram conduzidas no Ministério da Cultura (81 no total), atingindo órgãos e grupos de trabalho, revela um açodamento…

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Grotão do Bixiga

http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquiteturismo/06.064/4389

Os meninos da Rocha

Saudades de nossos vizinhos espanhóis, tão queridos!

Chupa São Paulo!

Hace tiempo que tenía pendiente este post dedicado a la calle y a lxs vecinxs que me acogieron durante dos años en São Paulo.

Una calle a la que llegué por casualidad al cambiar a última hora el hotel donde me iba a alojar los primeros días en la ciudad. Calle donde finalmente me instalé después de un mes de búsqueda en otros barrios. Así que mi mudanza consintió en pasar de la acera del hotel a la acera del Edificio Paulette, mi nueva casa.

A Renan, nuestro primer amigo en São Paulo entre mixtos quentes e sucos de laranja; su hermana Quelvia, la Corintiana, Neide la matriarca y Pedro el pequeño de la casa,

Souza el conserje serio que nos recibió en la primera visita a nuestro piso que termino convirtiéndose en un gran amigo.

Los queridos Kaká y Rogerio y el ya no tan pequeño Gustavo, responsables…

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E assim se foi Franklin Zapatta

E assim se foi Franklin Zapatta.

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http://pagina53.wordpress.com/

by em 30 de agosto de 2014

Partiu de Taboão da Serra rumo ao nada o famoso Franklin Zapatta. Foi-se numa quantum prata com escala no Mato Grosso do Sul e provavelmente descansa agora ao lado direito de Bacco e à esquerda de Tim Maia.

Era o único homem que conheci a esconder nos bolsos da jaqueta explosivos, chicletes, cerveja, ocasionalmente um pouco de fumo e um nariz de palhaço. Zapatta queria me comer, o que não era privilégio nem meu, nem dele. Éramos muitas. No velório contei pelo menos seis viúvas e uns tantos candidatos frustrados a namorados. Zapatta era espada (ao que consta) e praticou até o último dia. Morreu dançando nos braços de uma velha amiga que tomou como piada o simulacro de desmaio. Morreu no bar, copo de uísque na mão com uma mulher sobre ele, pressionando-lhe o peito e a boca, como tinha que ser.

Tinha as pernas tortas e gaguejava, mas foi o único homem que recebeu meu desdém mostrando imediatamente a cor da cueca (vermelha) e a barriga tanquinho porque, sim, ele tinha uma invejável barriga tanquinho aos 47 anos. Uns dizem que a boa forma se devia à origem meio negra, meio indígena, meio alienígena. Outros, que ele nasceu em 2050 e foi acidentalmente teletransportado para dentro de uma geladeira de cerveja na Rua Rocha, mas a versão mais provável é que começou a vida ajudando a mãe numa barraca de feira e daí veio seu talento inigualável para cantadas e improvisos. Foi bailarino, palhaço, promoter de festas, iluminador intuitivo, mototaxista, crooner, camelô e colecionador de chapéus. Aliás, esse será um legado pelo qual seus amigos vão fingir não brigar “fique com este que é a sua cara” ou “este era prometido pra ti”, mas a verdade é que bastará o primeiro chapéu sumir da incrível sala-de-estar-boate de Franklin Zapatta para que a corrida comece. E ele deixou chapéus para todos, mais de 50 entre caubóis, Da Vincis, monges, marinheiros ou senhoritas dos anos 20, sendo este último a mim destinado.

Confesso a mesquinhez do pensamento. Quando soube que Zapatta tinha morrido, lembrei daquele chapéu. Quem seria a herdeira dele? Certamente não eu, que nem tinha me deitado com ele.

Faz frio em Taboão da Serra, um frio de gelar os pelos da bunda. Eu observo de longe os amigos da Rua Rocha em volta do caixão do grande Franklin Zapatta que ali está: lindo, de camisa banca florida e a máscara de quem já se foi. Todos os boêmios da Bela Vista estão de costas para mim vestindo preto, coisa que já não se vê nem nos velórios mais tradicionais. Apenas um amigo veste jaqueta marrom, camisa vermelha, cachecol verde e um chapéu. Está fantasiado a la Zapatta, mas bêbado demais para levar os méritos.

Esperaram todos na porta do cemitério por horas e horas, porque o grande Zapatta conseguiu chegar atrasado no próprio velório, obrigando os convidados a invadirem a portaria para pedir pizza e muita cerveja. “Se a não tiver cerveja, ele não vem”. E choraram muito, porque tinham bebido e porque a ausência dele lancetava o tal miocárdio. E riram porque era preciso riso para velar um bufão. Se abraçaram, e mesmo as viúvas se abraçaram, porque Zapatta era generoso e era isso que ele ia querer. “Não sou alto nem sou filósofo, mas sou gostoso pra caralho. É só provar pra saber.”

Foi um velório curtíssimo, como se Franklin quisesse abreviar a tristeza para que curtissem a noite de sexta. Os amigos rezaram pai nosso ave maria como se deve e depois cantaram Tim Maia “é primavera, te amo”. Choraram. Houve gritos. Uma torcedora do Coríntians vomitou atrás de um álamo. Depois terminaram as cervejas, apagaram os cigarros e embarcaram de volta no mesmo ônibus contratado pelo amigo publicitário. Desembarcaram na padaria de costume, onde pediram as cervejas de sempre, mas Zapatta, o magnífico, não está mais lá. Ele não vai aparecer cantando, não vai gaguejar entre as mesas, nem vai posar de garanhão para as novatas. Franklin Zapatta morreu dançando, por isso não vai ver que hoje o pão na chapa está mais duro, a cerveja mais quente, os olhos mais úmidos e as mulheres mais ausentes, olhando o céu e tentando desvendar em qual estrela estará escondido o seu homem (ou o homem que nunca vão ter).

Forrocha 2014 dia 28 de junho

forrocha_2014_web_ok#vaiterfestajuninanarocha na noite de 28/06

A copa na rua

A copa na rua.

http://transversos.wordpress.com/2014/06/13/a-copa-na-rua/

A copa na rua

Agora é oficial, está tendo Copa. Na minha rua, desde a semana passada, bandeiras, bandeirinhas e bandeirolas sobre todas as cabeças não deixam dúvida. Ontem, dentro da melhor tradição comunitária bexiguenta teve churrasco, cerveja, telão, música e a vizinhança vestindo camiseta “ Arrocha na Copa”. O Bexiga dispensa apresentação mas a Rocha, pra quem não sabe, é sua perfeita tradução. Aqui a boemia resiste misturando descendentes dos pioneiros quilombolas e dos artesãos italianos,cozinheiros nordestinos, bailarinos, cantores, atrizes, pintores de quadros e paredes, engenheiros, garçons, vendedores, contadores,advogados, estudantes, gringos de passagem e encalhados – ou seja- tem de tudo e mais um pouco. Nem mesmo a gentrificação no centro de São Paulo promovida pela ganância imobiliária descaracterizou a rua. Enquanto nas ruas ao redor, casas caíram para dar lugar aos horrorosos edifícios que fazem a alegria e atestam os inexplicáveis orgulho e deselegância da classe media paulistana, na Rocha resistem os sobrados espaçosos dos artífices calabreses, os prédios de 2 e 3 andares dos empreiteiros portugueses dos anos 40 e 50. Não falta, diga-se a verdade, alguns exemplares do que há de mais feioso em matéria de verticalização. Espetos de concreto e vidros espelhados, fachadas com arremedos de varanda, ecos do famigerado estilo mediterrâneo modernoso reproduzindo na paisagem a arquitetura da mistureba social.E nem tente descobrir, bebendo nos bares autênticos pé-sujo, quais os assalariados de mil reais e os patrões com renda de vinte mil ao mês aqui a ostentação não é bem vinda, A militância de esquerda congrega-se ao pastor da igreja pentecostal e faz mutirão de plantio de árvores. Criança anda de bicicleta e joga bola na calçada, os velhinhos vão ao parquinho jogar dominó, as velhinhas fazem ginástica na praça. É tudo junto e misturado, ninguém é de ninguém e todo mundo tem defeito – visto que é tudo gente. Aqui não vale o mimimi do Levy Strauss que disse que antes de ser civilização viramos ruína. Somos metamoforse ambulante e resistente, Caetano não é o tal e Raul Seixas nos representa.

A abertura da Copa foi só alegria. Vibração com a goleada em cima da coreógrafa belga, vergonha alheia do padrão FIFA, os gringos mais revoltados do que os artistas com a falta de noção de quem dispensou o expertise nacional em festa. Mas quem é que resiste à Aquarela do Brasil? Olha isso, cê tá chorando colega?  Ah, tá valendo gente, foda-se a abertura, o nosso negócio é gol. Trabalhados na adrelina, ficamos todos Marcelo sem perder a ternura: não era pra receber bem os estrangeiros ? Toma aí um gol de lambuja que aqui não tem miséria. Nem Galvão Bueno. A imagem foi padrão digital mas as caixas de som eram caseiras, quem não falava, tocava corneta ou soltava rojão. Querendo mudar de comentarista era só trocar de lugar. “ Pelamordedeus, que esse goleiro da Croácia é um gato, hem? Só o goleiro, minha filha ? Quequéesse puta time de gostosos, hem?”. Péeeeem. “ Vai Neymar!” “ Cala a boca, Galvão”. Péeeem. “ Quer guaraná, Tiaguinho?” Goooooooool ! Pow. Pow. “O jap é nosso ! “. Pow, pow “ Gol roubado o cacete, foi gol devolvido, esse aí é o mesmo fulano que nos roubou a taça, tá esquecido?”. “ Corre aí, moleque, que eu marquei quatro no bolão!” Péeeem. Goooooool. Pow.Pow. ” Os meninos vão amarelar, estão na Seleção, na Copa, ainda por cima, no Brasil?! Amarelam nada. Olha aqui, sabe o que eu fazia? Trazia o equilíbrio emocional deles com dois tapas na cara. Relaxa que isso o Felipão sabe fazer!!”. Goooooooool. Pow. Pow.“ Gente, cadê o Fred? O cara parece que não foi!!”. Péem, péem. “ Aí, Carlão, vem pegar seu espeto de liguiça porque já tá acabando, depois vai reclamar.”Péem, péem. “ Agora dá o apito logo de uma vez. Três a um está bom demais! “. Pow, pow.

Terminada a festa, cadeiras empilhadas, retiradas as escadas e vasos que bloqueavam o trânsito, as crianças recolhidas para tomar banho antes de subir pra jantar,  pergunto a um mano que manja dos paranauês do lado rico da Paulista – que fez da área Vip do Itaquerão seu poleiro.

– E aquele coro de vai tomar no c * , hem, que é que você achou ?

– Ah, isso aí é muito pó na cabeça, batizado ainda por cima, essa playboyzada não têm a manha nem de escolher fornecedor. – E deu uma gostosa gargalhada.

Pensei: menos mal Já estava planejando pedir desculpas ao Brasil, em nome dos paulistanos gente fina que conheço. Que nada têm a ver com esta São Paulo que deu demonstração de grosseria explícita ontem. Eles até que nos representam mas são a minoria. A área vip estava cheia daquele tipo de gente que atropela ciclista e joga o braço no rio, gente que pega empreitada de construção na Av. Paulista e deixa os empregados sem condição digna nenhuma presos no alojamento, gente que privatiza metrô cujas obras fazem crateras que engolem caminhões e matam pedestres, gente que privatiza a água do Estado e esconde que está fazendo racionamento só por interesse eleitoreiro, gente que acha certo colocar fogo em favela porque não respeitam nem os miseráveis que os servem, gente que apoia operação de guerra da Polícia Militar contra 1800 famílias e a favor do Naji Hahas. A área vip, com seus ingressos de 1000 reais estava ocupada pela minoria que estuda em colégios com mensalidades que ultrapassam o dobro da média da renda mensal de 80% dos paulistanos mas não tem educação. É por causa delas que o Criolo disse que não havia amor em São Paulo. Mas é menos verdade. Eles são aquela parcela minúscula de donos de prédios mantidos fechados sem pagar impostos só para ganhar dinheiro na especulação – e por isso o presidente da Fiesp entrou no STF pra evitar a reforma do IPTU paulistano. Infelizmente são também os manda chuvas embora , por causa deles, provavelmente não haja copo d´água depois de outubro e estejamos, no momento, bebendo a água do fundo da represa, chamada volume morto. Eles também são donos dos jormais e Tvs , sabem ? Por isso produzem muitas imagens do que seria São Paulo sendo apenas espelho da sua cara truculenta, grosseira, racista, xenófoba, classista e mau humorada.

Agora vocês já sabem porque a USP e todas as Universidades Paulistas estão em greve. A vida para quem tem educação e usa o cérebro está bem difícil em São Paulo. Com ou sem Copa.

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Forrocha 2014

Forrocha 2014

O Ingá do Engano


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 O(a) ingá, também chamado(a) ingazeira, é uma árvore do gênero Inga, da subfamília Mimosoideae, da família Fabaceae. “Ingá” também designa o fruto da árvore: uma longa vagem que contém sementes envolvidas por uma polpa muitas vezes comestível.1 É muito comum nas margens de rios e lagos, sendo muito procurado pela fauna e pelo homem por suas sementes envolvidas por polpa branca e adocicada. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ingá)

54 mudas.

Quando da plantação em 2009 das mudas de arvores na rua Rocha promovida pelo Programa Abrace seu Bairro pela iniciativa do Pastor Daniel e apoio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e da Sub-prefeitura da Sé, foi disponibilizada uma lista com as mudas que poderiam ser escolhidas pelos moradores para serem plantadas em frente aos seu predios. Nessa lista as espécies que o viveiro de mudas da prefeitura recomenda e disponibiliza para as sdc12191-2vias publicas. As quaresmeiras ainda lideram o gosto dos paulistanos, suas floradas roxas intensas já são famosas na cidade.  Manacás e Ipês diversos completam a escolha dos moradores, arvores de floradas intensas e espetaculares que em  poucos anos deixarão a “Rua Rocha a Mais Bela Vista do Bixiga”.

 

Mas e o Ingazeiro?

Isso me intrigou. Quem teria escolhido essa arvore frondosa e de frutos doces, tão e apenas lembrada daqueles que na infância cresceram no interior e litorais desse brasilzão. Fruto de sabor de infância e a arvore plantada ali no coração de São Paulo. Romantizei a escolha pensando na saudade de alguém que ao escolher o Ingá tentava resgatar seus momentos felizes de criança em lugar tão distante dali.

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Vagens de Inga sp. compradas num mercado em Roterdã, nos Países Baixos.

Bean of an Inga-species, bought at the market in Rotterdam. Hans B.

Árvore de grande porte, chegando a 15 m de altura, com grande copas, o ingazeiro é uma das espécies plantadas na recuperação das matas ciliares, proteção para as nascentes de águas e seus cursos. Não é uma árvore usada na arborização de vias urbanas pelos  diversos problemas que seu grande porte acarretariam. Os cabos condutores de energia suspensos ainda usados em nossas cidades, o calçamento e o pouco espaço das calçadas e proximidades das construções são impecílios para a escolha dessas espécies  serem plantadas nas cidades. Sempre será a árvore a ser sacrificada visando beneficiar a fiação.

O engano.

Em uma conversa com o Pastor Daniel que coordenou a ação do plantio eu lhe perguntei quem afinal escolhera o Ingá para ser plantado naquele local, em frente ao Ed. Walkiria e ao bar do “Seu” Manoel. Rindo ele me respondeu: – O Ingá? O Ingá foi engano!

A muda viera por engano do viveiro municipal junto com as demais mudas. Mas mesmo assim foi plantado. Tínhamos agora na rua nosso Ingá do Engano! Para felicidades dos sanhaços e sabiás, os passarinhos que aqui gorjeiam e comem seus frutos e dos frequentadores do bar do “Seu Manoel”, que podem beber suas cervejas e por o papo em dia embaixo de sua sombra. Em 5 anos já se tornou uma das maiores árvores da rua.

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sdc12189-2É nela que o Manoel do
bar coloca as bananas e
mamões para os passarinhos.

 

O engano da poda

A poda realizada hoje dia 7/6/2014 foi mais um engano na vida dessa árvore. O que foi feito hoje foi uma poda de levantamento, a qual segundo a Eletropaulo, consiste na retirada de galhos baixos da base da copa que estejam prejudicando a livre movimentação de pedestres nas calçadas, o trânsito de veículos ou até mesmo, galhos que estejam crescendo com orientação indesejável. Não era nenhum desses casos os problemas dessa árvore. O que deveria ser feito era uma poda lateral ou direcional para diminuir o conflito árvore/rede e árvore/janelas.

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…Passa boi Passa boiada Passa galho De ingazeira Debruçada Que vontade De cantar!… (Trem de ferro – Manuel Bandeira)

 

Paulistana

Paulistana. ”

PAULISTANA

Después de unas semanas en las que faltaban las horas, de los últimos viajes, de las despedidas y de ver como poco a poco mi casa iba quedándose desnuda volviendo a ser ese apartamento que encontramos después de un mes de búsqueda… llego el momento de decir “hasta luego” a São Paulo.

Dos años después, me llevo de esta experiencia (además de las maletas cargadas con mi galinha d’ angola, el plato de tucanes, la paçoca, mucha cachaça, mis platanitos y pimentas…sin olvidar  las Melissa!!)  aventuras y lugares inolvidables, vecinxs y amigxs que siempre llevaré en mi corazón y sobre todo me llevo toda la positividad y energía de Brasil y su gente. Llegué madrileña y vuelvo paulistana.

¡Gracias São Paulo, gracias Rua Rocha!”

http://chupasaopaulo.wordpress.com/2014/05/03/paulistana/

Parklet na Rocha?

Parklet na Rocha?

http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/parklets/

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Sobre o rolando a Rocha toda 2014

Sobre o rolando a Rocha toda 2014

http://estelacraveiro.com/blogdaestela/2014/03/09/rolando-a-rocha-toda-no-pos-carnaval/

Lindo texto e fotos de Estela Craveiro em seu blog

Captura de tela 2014-03-10 às 18.27.33

Vida de barrio

Vida de barrio.

http://chupasaopaulo.wordpress.com/2013/09/27/vida-de-barrio/

 	 Vida de barrio by Penylane

Noite de Bossa Nova na Rocha

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http://www.reverbnation.com/maritocorrea/song/578885-extase-do-sol

SP en colores

 

SP en colores.

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Pipando se apresenta no CEU Paz

Pipando se apresenta no CEU Paz

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o Decreto 59.273 de 07/06/2013 e as desapropriações

o Decreto 59.273 de 07/06/2013 e as desapropriações

Galeria

Aranha na Rocha

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